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"Usei dois anti-hipertensivos por anos e não uso mais"

calendarPublicação: 02/09/2021- Última atualização: 10/09/2021
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"Usei dois anti-hipertensivos por anos e não uso mais"
Pedro Bezerra Souza
Pedro Bezerra Souza

Editor

Novo especialista da Jolivi Natural Health, Dr. Pedro Cazzador descobriu um novo universo na medicina integrativa e mudou a realidade da sua própria saúde aos 50 anos; atualmente, retira muito mais medicamentos de pacientes do que prescreve

Eu tive sobrepeso a vida inteira. Fui o gordinho da turma e alvo de brincadeiras na escola, cheguei até a sofrer bullying. Mesmo após a faculdade, eu estava sempre na balança de sobrepeso ou obesidade grau 1. Usei dois tipos de medicamentos para hipertensão por alguns anos. Depois de um tempo, passei a questionar meu estilo de vida, meus hábitos, minha disciplina e tudo mudou. Aos 50 anos, virei a chavinha da minha vida”

Capixaba nascido na cidade de Muniz Freire, interior do Espírito Santo, o Dr. Pedro Cazzador chega aos 59 anos neste mês de setembro com muitos motivos para comemorar. Há 10 anos, a realidade do cardiologista era muito diferente do que ele pode contar hoje em dia – ou, melhor, atualmente. Ele não gosta da expressão “hoje em dia”.

Recém-chegado para reforçar o time de especialistas da Jolivi Natural Health, o cardiologista acredita que, primeiro, precisou enxergar a necessidade de mudanças em si mesmo para, depois, propagar a mensagem e atingir uma infinidade de pessoas. Ele perdeu 25kg e parou de tomar remédio de pressão. Por que? “Porque eu mudei aquilo que fazia ela subir, que eram os excessos: de peso, de gordura ruim, de carboidrato, de líquido. E é esse o caminho que eu vejo todos os dias no consultório”, comenta.

O médico foi formado pelos ensinamentos da medicina tradicional “e na faculdade a gente aprende que doenças como hipertensão e diabetes não têm cura. Mas a medicina integrativa mostra que não é assim”. Encantado por esse novo universo, viu que era isso que ele sabia fazer. A integrativa chegou aos poucos em sua vida e a virada de atuação profissional foi gradual. 

“Estudei e vi o que funcionava pra mim. Assim, abriu-se um leque de possibilidades até que passei a ver a medicina de outra forma. Hoje, sem dúvidas, eu salvo muito mais gente de infartos e AVCs do que salvava anos atrás”, comemora.

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Mas, pra chegar até aqui, foi muito chão andado 

“Eu vivi uma época de jejum intermitente forçado”, lembra o médico, que teve um início de vida acadêmica difícil. Durante a semana, almoçava por R$ 0,50 no Restaurante Universitário, comum nas universidades federais espalhadas pelo Brasil. “As pessoas xingavam muito a qualidade da comida. Eu achava ótimo”, garante.

O problema, no entanto, eram os finais de semana. Nos sábados e domingos, ele comprava uma sacolinha de leite e uma penca de banana. “Hoje eu sei que isso faz muito mal, mas era o jeito que eu me mantive naquela época”, avalia. 

Nesse mesmo período, era o momento de decidir que área seguir. A cardiologia foi escolhida porque o aspirante a médico gostava (e ainda gosta) de física e da fisiologia do coração. Um verdadeiro curioso sobre o funcionamento desse órgão-mãe. Com o fim da graduação, a vida começou a melhorar com uma renda financeira mais estável.

Pai de dois filhos, o Dr. Pedro Cazzador só deixou de ser “Pedrinho” quando seu caçula nasceu. “Se você quer uma dica para deixar de ser ‘Pedrinho’, tenha um filho e coloque Pedro no nome dele também”, diverte-se. 

O Dr. Pedro Cazzador e seus dois filhos, que também são médicos

No Instituto Cazzador Medicina Humanizada, em Vitória, o Dr. Pedro trabalha com seus dois filhos, que também são médicos: o Dr. Pedro de Almeida Cazzador, o “novo Pedrinho”,  é neurologista; já a Dra. Thalita de Almeida Cazzador, a filha mais velha, é cardiologista como o pai.

‘Eu acho que se usa medicamento demais’

Em seu Instituto, que carrega características humanizadas já no nome, o Dr. Pedro pratica uma medicina contrária à facilidade dos remédios. “Medicamento tem hora para ser usado. Quando tudo falha, é o momento de recorrer a ele”, acredita. De acordo com o médico, há um grande volume de prescrições desnecessárias.

O cardiologista pensa, ainda, que há um problema na construção de hábitos. “As pessoas se apoiam sem necessidade nos remédios para continuarem mantendo o hábito que as fizeram adoecer”, explicou à reportagem. 

O processo de mudança de costumes é doloroso, como adjetivou o Dr. Pedro. Segundo ele, “usamos medicação para diabetes, para hipertensão, para ansiedade e isso nos leva à doentificação de situações desconfortáveis”. Ele explica essa sua teoria — teorias, inclusive, são predileções do médico — e contou que gosta de criá-las para repassar suas mensagens.

A doentificação de situações, que o capixaba se refere, trata-se da não-normalização de estados que podem ser passageiros. “Não tem ninguém triste, é sempre depressão. Não tem ninguém nervoso, é sempre ansiedade. Não tem criança levada, é sempre déficit de atenção. Quando, na verdade, não é dessa forma. A maioria das pessoas está assim, não é assim”, detalha.

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Com essa teoria, o cardiologista reforça seu pensamento de que há abuso do uso de medicamentos em momentos que não são devidos. A hipertensão, por exemplo, que está entre as problemáticas que serão trabalhadas pelo Dr. Pedro na Jolivi, pode ser colocada em remissão com mudanças de hábitos. “Dessa maneira, invertemos a lógica e tratamos os verdadeiros causadores da doença”, relata.

Causadores que são velhos conhecidos por todos: obesidade, sedentarismo, estresse, tabagismo, excesso de álcool e alimentação desordenada.

Antes de adotar um novo estilo de vida, o Dr. Pedro Cazzador chegou a pesar 25kg a mais

“Mas esse processo não é uma promessa de ficar totalmente sem remédio. É uma promessa de melhorar a saúde e, talvez, até retirar a medicação. Ou, pelo menos, diminuir o consumo. Hoje, sei de um fato: tiro muito mais remédio do que prescrevo”, enfatiza.

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A atenção à alimentação e à mente

Em seu processo pessoal de mudança de estilo de vida, o Dr. Pedro estudou outras variáveis da medicina para além da cardiologia. Passou pela nutrição e até pela psicanálise. “Sempre me interessei pela mente humana. Entendi que a maioria das pessoas que vai ao consultório não tem problema cardíaco. São problemas psicossomáticos”, relata.

No caso da alimentação, entram a psicologia e o comportamento humano. Na ciência, há uma infinidade de dietas. Na internet, outras tantas — a imensa maioria nem um pouco seguras, claro. “Todas funcionam, é muito fácil a resposta do que fazer. A questão é como fazer, o que torna tudo muito mais difícil”,  diz.

Para emagrecer, é só ingerir menos caloria do que se gasta. Porém, para atingir esse objetivo, é preciso disciplina e conhecimento. O Dr. Pedro conseguiu perder 25kg na balança porque mudou a alimentação em definitivo — acentuando a questão comportamental envolvendo a relação com as refeições.

“Comecei a mudar aos poucos e minha alimentação atual tem muito menos carboidratos do que antes. Acredito, sim, que o grande vilão é o carboidrato. O sal está ali só acompanhando o crime e termina levando toda a culpa. Como muita proteína: carnes, ovos, queijo. Além de vegetais, legumes e verduras”, cita. 

Após um bate-papo de cravados 46 minutos com a reportagem, o Dr. Pedro Cazzador ainda conseguiu terminar com mais uma de suas teorias. Com simpatia e bom humor, ele concluiu que “quando mudamos o que está construindo a doença, a doença sai por si só. Saúde cardíaca não é uma sentença, mas, sim, um livro de receitas. Você faz aquela receita se quiser. Se não, é só passar a página e fazer a próxima”.

Pedro Bezerra Souza
Pedro Bezerra Souza

Editor

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